Arquivo de julho \31\UTC 2009

Filme Orfeu é a próxima atração do Cine MuBE

No primeiro sábado do mês de agosto, o Cine Clube MuBE – Aliança Francesa apresentará o filme “Orfeu”, do renomado diretor francês Jean Cocteau. Nesse clássico, Cocteau transportou a lenda de Orfeu para a França moderna. Orfeu
Orfeu (Jean Marais), grande poeta idolatrado e imitado por poetas mais jovens, precisa de novas inspirações. Inspirações que buscará fora do nosso plano material, e através de um espelho, ele penetra num universo onírico e espiritual.

Obra-prima do cinema poético, onde se destacam a fotografia com seu escuro aveludado e belíssimos contrastes de luz. A sessão terá início às 20 horas, com entrada gratuita (classificação etária: 12 anos)
 
 
Ficha técnica  
ORFEU (1949)
Duração: 95 minutos
Diretor: Jean Cocteau
Elenco: Jean Marais, Maria Casares, Marie Dea, Juliette Greco. 
 
Serviço:
Cine Clube MuBE – Aliança Francesa – Filme “Orfeu”
Data: sábado (1º de agosto) às 20 horas
Local: MuBE (Museu Brasileiro da Escultura) – Auditório Pedro Piva – 192 lugares
Rua Alemanha, 221, Jardim Europa
Informações: (11) 2594-2601
Classificação etária: 12 anos
Entrada Gratuita
Possui: acesso para pessoas com deficiência e restaurante no local

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Alunos do Instituto Olga Kos participarão do Brazil Open de Taekwondo

Os alunos de taekwondo do Instituto Olga Kos de Inclusão Cultural – que atua com pessoas com deficiência intelectual – farão uma apresentação especial no Brazil Open de Taekwondo 2009, um dos principais torneios internacionais da modalidade, a ser realizado neste sábado, 01/08, no ginásio principal do Corinthians, em São Paulo. Os jovens mostrarão parte das técnicas aprendidas nestes primeiros cinco meses de atividades, realizadas na Academia Lira Tae Kwon-Do Clube, parceira do Instituto Olga Kos.   
As aulas, comandadas pelo professor José Roberto de Lira, têm sido muito benéficas para os alunos com deficiência intelectual, não só no desenvolvimento da parte motora, como também no comportamento, concentração e comunicação. “Para aqueles que não falam, há uma iniciativa própria de se comunicar durante as aulas, mesmo de forma não verbal, o que é muito importante. Eles são estimulados o tempo todo”, destaca Carolina Nogueira, coordenadora de Esportes do Instituto Olga Kos de Inclusão Cultural.
A apresentação dos alunos acontecerá às 14h30, durante a cerimônia de abertura da competição. O Brazil Open de Taekwondo é realizado pela Federação de Taekwondo do Estado de São Paulo (FETESP) e reunirá atletas de países como Coréia, China, Japão, Ghana, Estados Unidos, Venezuela, entre outros. A comissão organizadora mostrará às outras nações o potencial da modalidade como ferramenta de inclusão social, trabalho que é realizado pelo Instituto Olga Kos e por outras entidades no País.    
Sobre o Instituto
O Instituto Olga Kos de Inclusão Cultural, Organização da Sociedade Civil de Interesse Público, atua desde 2007 nacionalmente com promoção, divulgação e participação em atividades culturais de diversas áreas, contribuindo com a educação, inclusão social, cultural, esportiva e geração de renda para jovens com deficiência intelectual. 
Dentre os projetos do Instituto, estão: “Resgatando Cultura”, as Oficinas de Arte do programa “Pintou a Síndrome do Respeito”, e “Karatê e Taekwondo”, criados para promover a inclusão sociocultural de crianças, jovens e adultos com deficiência intelectual. Cada projeto conta com uma equipe técnica especializada formada por: artistas plásticos, educadores, pedagogos, psicólogos e pediatras; e o apoio das instituições especializadas de assistência a pessoas com deficiência intelectual.
 
Serviço:
“Brazil Open de Taekwondo 2009”
Data: 01/08 (sábado), das 8h30 às 18 horas 
Local: Ginásio do Corinthians – Rua São Jorge,777, Tatuapé – São Paulo
Realização: Federação de Taekwondo do Estado de São Paulo (FETESP) 
Participação especial: Instituto Olga Kos de Inclusão Cultural – (11) 3081-9300 / projetos@institutoolgakos.org.br / site: www.institutoolgakos.org.br

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Filme “A Bela e a Fera” será apresentado no Cine MuBE

O Cine Clube MuBE – Aliança Francesa vai apresentar neste sábado, 25 de julho, às 20 horas, um dos principais clássicos do cineasta francês Jean Cocteau: “A Bela e a Fera”. Baseado no conto homônimo de Jeanne-Marie Leprince de Beaumont, o filme é bastante fiel à história original. 

Com a ajuda da brilhante fotografia em preto-e-branco de Henri Alekan, do belo figurino de Marcel Escoffier e do ótimo trabalho de Christian Bérard, Cocteau trata o conto de fadas com inteligência, criando um mundo verdadeiramente mágico.A Bela e a Fera

As interpretações dos protagonistas são extremamente convincentes:  Josette Day personifica a virginal Bela, e Jean Marais vive três dos mais importantes personagens, Avenant, o Príncipe e a Fera.

O Cine Clube MuBE – Aliança Francesa é gratuito e acontece no Auditório Pedro Piva do museu.
 
Elenco

 Jean Marais (A Fera / O Príncipe / Avenant)
 Josette Day (A Bela)
 Mila Parély (Félicie)
 Nane Germon (Adélaïde)
 Michel Auclair (Ludovic)
 Raoul Marco (Usurário)
 Marcel André (Pai de Bela)

Serviço:
Cine Clube MuBE – Aliança Francesa – Filme “A Bela e a Fera” (1946) Duração: 93 minutos
Quando: sábado, 25/07, às 20 horas
Local: MuBE (Museu Brasileiro da Escultura) – Auditório Pedro Piva – 192 lugares / Rua Alemanha, 221, Jardim Europa
Informações: (11) 2594-2601

Entrada Gratuita
Possui: acesso para pessoas com deficiência, serviço de manobristas e restaurante no local

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Sapos invadem Exposição Bestiário de Ana Elisa Dias Baptista

Sapos e os mais variados insetos passaram pelo imaginário poético e estão minuciosamente apresentados nas obras de Ana Elisa Dias Baptista. Os 50 trabalhos em gravuras e desenhos representando sapos e um caderno de desenhos com imagens diversas de insetos podem ser vistos na Exposição Bestiário*. A mostra acontece de 21 de julho a 23 de agosto, na galeria Gravura Brasileira, em Perdizes, São Paulo.
O tema central da exposição, sob curadoria de Eduardo Besen, são os sapos, que têm uma simbologia bastante emblemática. Eles são mostrados nas mais diversas posições, de forma lúdica. Ana Elisa compõe de forma ímpar esses grupos de animais marcados pela contorção das figuras e por estranhas imagens que vão do acasalamento ao riso. Estabelece uma abertura, um canal de comunicação com o mistério da vida humana.
As obras foram concebidas sem o foco do feio ou bonito, integro ou incoerente. Ana Elisa estabelece um mundo visual ímpar. Uma das suas principais características é o apego à minúcia e aos detalhes, um apurado senso de observação da natureza e de seus elementos, um tributo ao olhar naturalista, posiciona-se como uma guardiã da vida. Recusa as dissimulações relacionadas ao tema-tabu, põe a mão na massa e passa a elaborar a própria mortalidade.z 4
Segundo Oscar D’Ambrosio, as produções da artista seguem basicamente duas linhas ou grandes universos: com insetos (lagartas, mariposas, libélulas e aranhas) e anfíbios (sapos); e das paisagens caracterizadas por uma quantidade de minúcias e linhas que configuram variadas composições. “Levar esse universo do desenho para a gravura de modo que satisfaça a artista constitui uma jornada visual arqueológica. Não se trata de mera transposição, mas do desenvolvimento de um pensar que leva a escavar as próprias entranhas e memórias pessoais e visuais”, explica o autor do texto crítico da exposição.
Sobre a artista
Ana Elisa Dias Baptista é exímia desenhista: “O desenho começa a partir de um primeiro erro. É sempre um desafio. A gente vai ordenando o caos”. Possui formação em licenciatura em artes visuais pela FAAP. Vem realizando diversas mostras individuais e coletivas no país, como as recentes exposições “insecta”, no Studio Quinn Galeria de Arte, “prelúdios”, no espaço Graphias, “gravura contemporânea do brasil”, no Goloborotko´s Studio, em Nova York, XIII Bienal Internacional de Cervera, em Portugal e “Em imagens falamos”’, no ateliê Amsterdams Grafische, na Holanda.
 
Desde 1987, participa de diversos grupos de gravura, salões e bienais, como o Salão de Arte Contemporânea de São Paulo, de Piracicaba, Americana, Ribeirão Preto, 1ª Bienal de Gravura de Santo André, 3ª Bienal de Santos e 2ª Trienal de Gravuras, em Chamálière, França, entre outros. Integrou a mostra “Investigações: a gravura brasileira”, trabalho de referência em gravura no país, realizado pelo Instituto Itaú Cultural
Sua paixão pelo mundo dos insetos surgiu no período de vivência em São Lourenço da Serra, próximo a capital paulista. Vivos ou mortos, eles passaram a servir de modelo para os seus desenhos, registrados em um diário.
*     Bestiários eram catálogos escritos por monges católicos reunindo informação sobre animais, tais como aspecto, habitat e dieta alimentar. A maioria dos bestiários foi escrita durante a baixa Idade Média. Por serem relatos de terceiros, vários bestiários sofreram influência das lendas locais, e descrevem seres místicos como basiliscos e dragões como se fossem reais.

Sobre os sapos: z 2
*     O sapo de três pernas da China era o animal de estimação do imortal Liu Hai, deus chinês da boa saúde. Este sapo  é símbolo de riqueza e é sempre retratado com uma moeda de ouro na boca. Diz a lenda que ele é capaz de transformar alimento em ouro.
*     O sapo é um antigo símbolo Egípcio, adotado depois pelos Romanos por causa das conquistas de territótio. A deusa Hekt (com cabeça de sapo) é símbolo de nascimento e fertilidade, e depois de ressurreição.
*     Lendas da China e da Índia dizem que o mundo descansa nas costas de um sapo de três pernas gigante. Quando ele se move, isso causa os terremotos.

*     Na China, a rã representa o princípio yin, lunar; seu espírito é reverenciado por trazer prosperidade e cura.
*     O sapo tem grande prestígio entre os índios. Elas são apreciadas por prenunciar a chuva e por seus poderes de limpeza e purificação.
*     Os antigos índios anasazis, que viviam no limite do Arizona com o novo México, nos Estados Unidos, usavam azeviche e a valiosa turquesa para fazer ornamentos que refletiam a importância da rã em sua cultura.
*     Diz-se que certos objetos e imagens curam absorvendo literalmente a doença, que passa da pessoa para eles. Como os sapos comem aranhas, crê-se que podem combater o mal e os venenos. Partes de seu corpo eram usadas em poções mágicas e feitiços.
*     Uma das lendas mais conhecidas na Amazônia é sobre os muiraquitãs feitas pelas icamiabas (mulheres sem marido) ou as guerreiras amazonas. Conta-se que uma vez por ano as guerreiras escolhiam índios de aldeias vizinhas e, após uma noite de amor, elas mergulhavam em um lago para buscar pedras verdes com as quais faziam os muiraquitãs. O objeto era dado de presente ao índio, que o usava como amuleto, pendurado no pescoço. O que sobrou dessa história são os amuletos, feitos de jade, nefreíta e jadeída, encontrados até hoje em toda a região do baixo amazonas, entre as fozes dos rios Nhamundá e Tapajós. Acredita-se que os muiraquitãs trazem sorte e têm poder de cura.
Serviço: Exposição Bestiário – Ana Elisa Baptista – 50 obras – gravuras em metal e caderno de desenhos| Aberto ao público: 21 de julho a 23 de agosto de 2009| Galeria Gravura Brasileira – Rua Dr. Franco da Rocha, 61 – Perdizes, São Paulo, Capital | Horários: de segunda a sexta-feira, das 10 às 18 horas; sábados, das 11 às 13 horas | Informações: (11) 3624-0301 | Entrada Franca

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Pianista Diogo Lourente vai se apresentar no MuBE neste domingo

O projeto “Música no MuBE” receberá neste domingo, dia 26 de julho, o  pianista Diogo Lourente. Ele tocará composições de Liszt, Rachmaninoff, Schumann, Brahms e Albéniz no Auditório Pedro Piva do Museu Brasileiro da Escultura.
A apresentação terá início às 16 horas, sob coordenação de Dulce Cupolo. Confira o programa completo: 

Programa:
J. Brahms: Intermezzo op.117 no.2
F. Liszt: “Mes joies” (dos cantos poloneses de Chopin)
S. Rachmaninoff: Prelúdio op.3 no.2
R. Schumann: Peças de Fantasia op. Des Abends (entardecer)/ Aufschwung (elevação)/ Warum? (Por quê?)/ Grillen (caprichos ) / In der Nacht (na noite)/ Fabel (fábula) / Traumes Wirren (visões oníricas) / Ende Vom Lied (fim da canção)
Albéniz: Cantos da Espanha op.232
Prelúdio (Astúrias)/ Oriental/ “Bajo la Palmera”/ Cordoba/ “Seguidillas”
 
Sobre o Artista:

nascido no Rio de Janeiro em 1988, ele iniciou os estudos de piano com a professora Cleomar Pinheiro Lencioni. Aos 16 anos, com o professor Antonio Bezzan, Diogo começou a dar recitais.

O pianista tem participado de concursos e festival de música, entre eles o “Festival Internacional de Música Colonial e Brasileira”, em Juiz de Fora (MG).

 Serviço:
“Música no MuBE” – Recital pianista Diogo Lourente 
Dia 26 de julho (domingo), às 16 horas
Direção: Dulce Cupolo  
MuBE (Museu Brasileiro da Escultura) – Auditório Pedro Piva – 192 lugares
Rua Alemanha, 221, Jardim Europa
Informações: (11) 2594-2601
Abertura da bilheteria às 15 horas
Ingressos: R$ 20,00 (estudantes e terceira idade R$ 10,00)

Possui: acesso para pessoas com deficiência, serviço de manobristas e restaurante

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