Arquivo de junho \30\UTC 2009

A conexão da Escrita Hebraica com o Sagrado é tema de Curso no MuBE

A fim de explicar a ordem, a harmonia e a influência dos céus sobre o mundo, os antigos místicos hebreus estudavam o alfabeto hebraico, que acreditavam compor um código de comunicação usado pelos iniciados nos mistérios, pois segundo eles todas as letras têm um valor externo e outro, secreto. Para desvendar os aspectos simbólicos e numerológicos doe antigo alfabeto, Rachel Reichhardt ministrará o curso “A arte da escrita e a conexão com o Sagrado” no MuBE no próximo mês de julho. 
 Em quatro encontros (três aulas teóricas e uma pratica), a escriba irá apresentar ao aluno o caminho do sagrado através da tradição judaica, abordando os temas História e Evolução do Alfabeto Hebraico; Aspectos Simbólicos do Alfabeto Hebraico, Aspectos  Numerológicos do Alfabeto Hebraico e Caligrafia (aula pratica). As aulas acontecem em julho, nos dias 2 (quinta), 7 (terça), 14 (terça) e 16 (quinta) das 14h30 às 16 horas no Auditório Pedro Piva. 

 Programa

Dia 2/07 (quinta-feira) – Historia e Evolução do Alfabeto Hebraico
Dia 7/07 (terça-feira) – Aspectos Simbólicos do Alfabeto Hebraico
Dia 14/07 (terça-feira) – Aspectos  Numerológicos do Alfabeto Hebraico
Dia 16/07 (quinta-feira) – Prática: A Caligrafia (aula pratica)
 O investimento no curso é de R$ 220. Informações podem ser obtidas pessoalmente, através do telefone: 11.2594-2601 ramal 221 (com Aline) ou por email: aline@mube.art.br.
 
Sobre a orientadora
Rachel Reichhardt é educadora, forma da em comunicação visual, estudiosa de literatura hebraica e coordenadora de grupos de estudos de mística judaica e cabala há mais de dez anos. É a primeira mulher escriba (aquele que transcreve os textos sagrados) na América Latina, formada pelo Seminário Rabínico de Buenos Aires. Formada em Comunicação Visual pela FAAP, cursou também Literatura Hebraica pela USP.
 
Serviço: Curso “A arte da escrita e a conexão com o Sagrado”, com Rachel Reichhardt. Dias: 2, 7, 14 e 16 de julho de 2009. Das 14h30 às 16 horas. Museu Brasileiro da Escultura. Auditório Pedro Piva. Rua Alemanha, 221 – Jardim Europa. Tel: (011) 2594 2601 – Ramal: 221. Investimento: R$ 220.

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São Paulo ganha espaço múltiplo de cultura: Lugar Pantemporâneo

Logo PantemporâneoA partir da próxima quarta-feira, dia 24, será aberto ao público, nos Jardins, em São Paulo, um novo Espaço de Arte e Cultura: Lugar Pantemporâneo. O local nasce com a concepção totalmente voltada para a cultura, e funcionará para divulgar diversos tipos de expressões culturais, como: artes visuais, literatura, humanidades e outras manifestações artísticas.

Com uma arquitetura moderna e planejada, o espaço conta com uma área de aproximadamente 1.500 m2 e tem projeto arquitetônico assinado por Antonio Dias Neto. Em quatro andares, o novo Lugar abrigará uma ampla livraria; três salas distintas para exposições e, uma ampla e moderna área para cursos e eventos culturais.

Segundo os idealizadores do projeto, a idéia de unir literatura e artes é proposital. Os livros estão no centro das atenções e os lançamentos literários serão conjugados com exposições. “Texto, imagem e objetos estabelecem um interessante diálogo entre formas artísticas. Um livro fala por si só. A exposição, também. Quando ambos são reunidos, há complementariedade de processos criativos, que ampliam o sentido cultural, possibilitando maior observação, discussão e compartilhamento de conhecimento”, explica Denise Rocha, uma das diretoras.

Com um pé direito de aproximadamente 15 metros, privilegiando a entrada de luFachada3z natural por uma clarabóia central, o Lugar Pantemporâneo tem amplos corredores e paredes altas. Outro ponto alto é o isolamento acústico adequado para atenuar o ruído externo e de cada ambiente. O espaço privilegia ainda o acesso para portadores de necessidades especiais.

“A essência do projeto era criar uma edificação, que se integrasse ao espaço urbano, possibilitasse a sinergia entre os usuários e que tivesse identidade própria. Por esse motivo, a iluminação, a acústica, a temperatura ambiente e o sistema de circulação receberam atenção especial para proporcionar conforto aos visitantes e valorização das obras expostas”, afirma o arquiteto Dias Neto.

Significado do nome

Formado pelo prefixo grego pan ou pantós, que significa todo, e pelo adjetivo latino temporaneu, que indica o ocorrido num determinado tempo, Pantemporâneo é um neologismo, que muito mais que contemporâneo, engloba o antes, o durante e o depois. Sem esquecer o passado, vive o presente e, espera e constrói o futuro. Algo que perdura ou mostra características inerentes a todo o tempo, independente do momento em que foi, é ou será criado.

Tomando como base esse neologismo, Lugar Pantemporâneo surgiu e foi concebido como um espaço de imagens, livros e idéias que, independente do tempo em que foram criadas, continuam e continuarão vivas e duradouras.

Espaços

LivrariaLivraria – Embora São Paulo tenha excelentes pontos de leitura, a livraria do Lugar Pantemporâneo, com mais de seis mil títulos dos mais variados gêneros, apresenta um conceito totalmente diferenciado do existente, o que a faz ser o ponto central do complexo cultural.

Nela, serão promovidos lançamentos ativos, que irão abrigar não só sessões de autógrafos, mas também palestras com a participação de leitores, autores e editores para dialogar e debater sobre as peculiaridades do livro e histórias interessantes de bastidores na realização da obra literária. “Queremos que o leitor possa conhecer mais sobre o artista e saber um pouco sobre o processo que envolve a edição de um livro”, diz a diretora do Lugar.

Com selo próprio, diversas exposições a serem realizadas no local contarão com o lançamento de livro sobre o artista e sua obra.

Salas de Exposições – Os espaços dedicados às exposições têm amplos corredores para facilitar a circulação e, paredes altas e preparadas para receber os mais diversos tipos de expressões artísticas, como: pinturas, desenhos, esculturas, fotografias entre outros.

Cursos e Palestras – As salas para debates e cursos a serem ministrados no Pantemporâneo, também foram projetadas com acústica e divisórias especiais, para atender todo o tipo de público, independente do número de participantes.

No último andar há um amplo ambiente para a realização de recepções, coquetéis e reuniões.

Exposições na Inauguração

Para a abertura do espaço foram selecionados três grandes nomes das artes: Wega Nery, André Carneiro e Valdir Rocha. Em salas distintas, o público poderá visitar as mostras de pintura, fotografia e esculturas. As exposições acontecem de 24 de junho até 15 de agosto, de segunda a sábado, das 10 às 18 horas. A entrada é franca

Fantasticos Caminhos II - 1977 - 80x70Pinturas de Wega Nery – Serão 20 quadros em óleo sobre tela. Na exposição são apresentados os trabalhos produzidos nos últimos 30 anos de produção artística. As obras representam paisagens, que não são abstratas nem tampouco figurativas, mas imaginárias de Wega. Sua obra traduz uma criatividade singular, essencial e ímpar, considerada por alguns como um vulcão em permanente erupção.

Nery foi pintora e desenhista. Nasceu em Corumbá (MS) e faleceu em 2007, aos 95 anos. Estudou pintura e desenho na Escola de Belas Artes de São Paulo e, posteriormente, com Joaquim Rocha, Yoshiya Takaoka e Samson Flexor. Integrou o Grupo Abstração e participou de importantes exposições, entre elas, a Bienal de São Paulo.

Segundo Aline Figueiredo, Wega abandona a figuração em sua pintura aderindo ao abstracionismo geométrico, chegando ao abstracionismo lírico e informal em 1962, designando suas pinturas de “paisagens imaginárias”.  Participou de 12 Bienais, realizou 80 mostras em várias cidades brasileiras e no Exterior, deixou um vasto legado com mais de mil quadros, comentados pelos mais expressivos críticos do Brasil e do mundo.

atrás do aquarioFotografias de André Carneiro – São quinze fotografias. O autor multimídia registrou imagens notáveis, que mostram o seu olhar perspicaz e subjetivo. Um dos pioneiros da fotografia moderna brasileira, Carneiro traz fotos em preto e branco, e coloridas, que valorizam os detalhes e o conjunto.

Não existem muitos artistas como ele. Com 87 anos de idade, André Carneiro é escultor, hipnólogo, pintor, fotógrafo, cineasta e, sobretudo, escritor e poeta. Foi o criador da pintura dinâmica e um dos primeiros fotógrafos artísticos do modernismo brasileiro. É escritor da primeira geração de ficção científica do Brasil, conhecido pelo romance “Amorquia”, lançado em 1991, pela Editora Aleph. O enredo explora uma sociedade totalitária evoluída tecnologicamente, onde o amor é algo extraordinariamente livre, e a morte, rara ocorrência do acaso.

É considerado um dos precursores do modernismo na fotografia, destacando-se entre outras obras sua célebre foto “Trilhos”, tirada em São Paulo em 1951, caracterizada pela robustez da abordagem, a independência do motivo. Sua obra pontua a fotografia como suporte da arte em si mesma.

AmansadosEsculturas de Valdir Rocha – A mostra é composta de 22 esculturas. Suas obras, fundidas em bronze com aplicação de pátina policromática nas cores preto, verde, branco ou castanho, quebram o monocromático habitual no acabamento. E podem ser definidas como: “pinturas esculpidas” ou “esculturas pintadas”.

Nascido em 1951, na capital paulista, o escultor, pintor, desenhista e gravador, dedica-se às artes plásticas desde 1967. É autodidata. Rocha apresenta, na diversidade técnica, um leque de leituras da alma humana, marcado por visualizações do ser de tom expressionista, plena de um sentimento feroz de ser e de estar no mundo. A faceta mais emotiva se faz presente no gesto mais nervoso que acompanha os rostos criados por Rocha. Há ali a inquietação de uma cabeça sempre pronta a descobrir novos paradigmas mesmo onde parece que tudo já foi dito ou representado.

Em contrapartida, as composições seguem uma lógica figurativa. Há ali o referencial concreto de rostos que nos falam enquanto pessoas. O que fascina, porém, é que, não são seres que estão ali, mas recriações artísticas de seres humanos.

Lançamento de Livros

Livros PantemporâneoSimultaneamente às exposições, a Editora Pantemporâneo irá lançar livros sobre os artistas e suas obras.

No livro “Wega Nery” de Jorge Anthonio e Silva, o autor analisa a obra da artista a partir de quatro elementos – terra, água, fogo e ar. Complementa o volume, a reprodução de 35 pinturas, além de trechos de entrevistas e considerações de Nery sobre abstração, aprendizado, autenticidade, cores, desenho, expressão própria, etc. Em formato de 20 X 20 cm, o livro tem 72 páginas.

Já, “Fotografias Achadas, Perdidas e Construídas” de autoria de André Carneiro, traz um inventário rico e variado do que se pode colher e contar ao longo de uma existência de 87 anos, sob o olhar privilegiado de um homem de tantos talentos. Além de ver, ele capta como poucos a magia do ato em um registro fotográfico e conta em suas narrativas bem humoradas as peripécias do eterno menino e do moleque namorador de paisagens e de mulheres, captadas seja pelas lentes da objetiva ou pela retina da memória. O livro tem 72 páginas e formato de 20 X 20 cm.

Artes e Pantemporaneidade” é o terceiro título a ser lançado nessa inauguração. O livro reúne textos de dez autores e ensaístas, que abordam questões temporais da criação artística, tais como: efemeridade, fugacidade, ocasionalidade, contemporaneidade, perenidade, busca da eternidade, preocupações com o passado e futuro, “presentismo”, além de outros temas. São 144 páginas, em formato de 14 X 21 cm.

 Serviço:

Inauguração Lugar Pantemporâneo24 de junho de 2009 (aberto ao público) e 23 de junho de 2009 (só para convidados) | Exposições: Pinturas de Wega Nery, Fotografias de André Carneiro e Esculturas de Valdir Rocha | de 24 de junho a 15 de agosto de 2009 | De segunda-feira a sábado, das 10 às 18 horas | Av. Nove de Julho 3.653 – Jardim Paulista | Telefone para informações: (11) 3018-2230 | Gratuito

 Obs.: O local possui estacionamento e acesso para pessoas portadoras de necessidades especiais.

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George Gutlich na Augusta 664

100_0333_BAIXAPoucos artistas conseguem dominar com tamanha maestria o uso da luz e sombra em seus trabalhos como o gravador George Gutlich. Na exposição “George Gutlich”, que acontece de 23 a 30 de junho, no Escritório de Arte Augusta 664, o artista mostra toda a sua técnica de gravuras em metal para retratar paisagens urbanas.

São 35 gravuras em metal, que variam de 16×16, 5cm a 56x70cm com destaque especial para uma série de galpões, registros de observação arquitetônica e de solidária sobrevivência no centro urbano. Seus trabalhos foram expostos em várias individuais e coletivas. Com total domínio da técnica da gravação em metal, o artista explora nesta mostra cenas de locais onde passou a infância.

“As obras de Gutlich se alimentam de paisagens. Ele capta, com muita facilidade e talento, pontos e detalhes de cenas urbanas de nosso cotidiano”, explica o curador Paulo Sayeg. 

Sobre o artista

George Rembrandt Gutlich nasceu em São José dos Campos em 1968. Bacharel em pintura pela Faculdade de Belas Artes de São Paulo. Pós-graduado em Museologia, pelo Instituto de Museologia de São Paulo.

Atualmente leciona e coordena cursos na disciplina de Gravura na Fundação Cassiano Ricardo, em São José dos Campos, e é professor de Artes Plásticas na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de Taubaté, de Desenho da Paisagem nos cursos Técnico e de Aperfeiçoamento em Paisagismo e de pós-graduação na disciplina “Paisagem” na arte do Senac São Paulo, e de Gravura na Faculdade de Artes Plásticas da Universidade Brás Cubas – Mogi das Cruzes (SP).

Participou de várias individuais e coletivas além de salões internacionais no Brasil e no exterior.

Serviço: Exposição “Paisagens Urbanas”, George Gutlich – 35 gravuras em metal e xilografias | Aberto ao público: de 23 a 30 de junho | Local: Escritório de Arte Augusta 664 – Rua Augusta, 664 – Bela Vista | Horário: de terça a domingo, das 10 às 19 horas | Informações: (11) 3346-4504 | Entrada Franca

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Evento debate a importância das artes no desenvolvimento infantil

A_VOZ_~1O MuBE – Museu Brasileiro da Escultura, em parceria com o Instituto Zero a Seis, realizará um evento que abordará a importância das artes e da cultura no desenvolvimento infantil. Será apresentado, no auditório do museu, o filme francês “A Voz do Coração” (duas indicações ao Oscar) e, na sequência, haverá um debate entre o músico Luiz Bueno e o médico e psicanalista João Figueiró.

Eles farão comentários sobre o filme e relatarão suas experiências profissionais, com informações que serão importantes para o público, em especial os pais e professores.

O evento acontecerá no dia 25 de junho, às 19h30, e o ingresso é 1kg de alimento não perecível, que será doado à Ong Novo Lar Betânia.

Sobre o Filme
“A Voz do Coração” (França, 2005, 97 minutos)
Direção: Christophe Barratier
Elenco: Gérard Jugnot, François Berleand, Kad Merad
Distribuidor: Playarte

voz-do-coracao05Sinopse:  No interior da França, no pós-Segunda Guerra, durante a década
de 40, um internato para meninos órfãos e “socialmente desajustados” é dirigido com mãos de ferro pelo inflexível Sr. Rachin, a quem os garotos temem, mas não respeitam. Quando o professor Clément Mathieu chega para dar aulas, encontra crianças e adolescentes hostis e difíceis de disciplinar, acostumados a combater os métodos repressivos do internato.
                     
Com sua formação musical, entretanto, Mathieu desenvolve uma maneira criativa e eficiente de cativar os garotos. Contra a vontade do diretor Rachin, Mathieu forma um coral, revolucionando os métodos de ensino locais da época.

O professor recupera sua veia musical e volta a compôr, revelando um grande talento que viria a se tornar um importante maestro, mudando para sempre a vida dos estudantes. Mas, infelizmente, nada disso acontece sem que professor e alunos tenham que enfrentar sérios obstáculos…         

Serviço: “Exercícios de independência – A importância das artes no desenvolvimento infantil” | Data: 25 de junho, às 19h30 | Local: MuBE (Museu Brasileiro da Escultura) – Auditório Pedro Piva – Rua Alemanha, 221, Jardim Europa | Informações: (11) 2594-2601 | Ingressos: 1kg de alimento não perecível

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“Música no MuBE” apresenta Daniel Inamorato no domingo, dia 21

Neste domingo, dia 21, o projeto “Música no MuBE” realizará concerto com o  pianista Daniel Inamorato. A apresentação faz parte da programação musical erudita, dirigida por Dulce Cupolo, que tem como objetivo aproximar o público da música clássica.

O recital terá peças de Schubert, Fauré, Villa-Lobos, entre outros, e acontece às 16 horas no Auditório Pedro Piva do museu.
Confira abaixo a programação.
 

Programa:
Haydn – Sonata em Lá bM
Schubert – Improviso nº3 Op.142
Fauré – Improviso nº3 Op.34
Scriabin – Preludios Op.22 nº1 e Op.11 nº18
Villa-Lobos – A Alma Brasileira
Fernandez – Sonata Breve 

Sobre o artista
Daniel Inamorato cursa o último ano da graduação em Música na Universidade de São Paulo (USP) sob orientação da Profª Luciana Sayuri. Foi orientado também por Eduardo Monteiro, Alexandre Zamitt, Marisa Lacorte, Viviane Louro e Rogério Zaghi.

Durante os quinze anos nos quais estuda piano, ele participou de inúmeros concursos, solo e camerísticos. O pianista possui, ao todo, mais de quarenta  primeiros lugares, assim como vasta experiência na área de música de câmara. Daniel participou de Master Classes com renomados pianistas, como Sérgio Galo, Yara Bernet e Cristina Ortiz.

Serviço: “Música no MuBE” – Recital pianista Daniel Inamorato | Dia 21 de junho (domingo), às 16 horas | Direção: Dulce Cupolo | MuBE (Museu Brasileiro da Escultura) – Auditório Pedro Piva – 192 lugares | Rua Alemanha, 221, Jardim Europa | Informações: (11) 2594-2601 |Abertura da bilheteria às 15 horas | Ingressos: R$ 20,00 (estudantes e terceira idade R$ 10,00) | Possui: acesso para pessoas com deficiência, serviço de manobristas e restaurante

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