Arquivo de março \30\UTC 2009

Creci/SP contrata pessoas com deficiência intelectual

quem_eu_seria_se_pudesse_serEstão abertas, até o dia 15 de abril, as inscrições para a primeira Seleção Pública Adaptada do País e destinada às pessoas com deficiência intelectual, que trabalharão na área administrativa do Conselho Regional de Corretores de Imóveis da 2ª Região (CRECI-SP), em São Paulo.

O processo seletivo foi especialmente elaborado pelo Instituto Olga Kos de Inclusão Cultural, para que os participantes estejam aptos a responder as questões das provas Objetiva – Comunicação e Expressão em Língua Portuguesa, Matemática, Conhecimentos Gerais – e Oral.

“Esta ação faz parte do Programa de Inclusão no Mercado de Trabalho, que o Instituto vem realizando para incentivar a contratação de pessoas com deficiência intelectual, que têm grande potencial e capacidade de atuação em diversas áreas corporativas. Esperamos que essa parceria sirva de exemplo para outras empresas”, explica Wolf Vel Kos Trambuch, fundador e presidente do Instituto Olga Kos.        

Também caberá à entidade ministrar as orientações necessárias aos funcionários do CRECI-SP para que saibam como proceder na recepção dos candidatos.

BENEFÍCIOS
Inicialmente, serão duas vagas e um quadro reserva com mais 10. O salário é de R$ 606, mais os benefícios de ticket (no valor de R$ 17 por dia), convênios médico e odontológico, e vale transporte. A jornada de trabalho é de 40 horas semanais.

ENVIO
Os interessados devem acessar o site do Instituto Olga Kos de Inclusão Cultural (www.institutoolgakos.org.br), imprimir e preencher o formulário, e enviá-lo para a Caixa Postal 31257, CEP 01309-970, com uma cópia simples da cédula de identidade e o laudo psicológico atestando a deficiência intelectual (o edital com todas as informações também pode ser encontrado no site do Instituto).
 
 
Sobre o Instituto
O Instituto Olga Kos de Inclusão Cultural é uma organização de sociedade civil de interesse público fundada em 2007 com a missão de resgatar e repassar à população a diversidade cultural e artística de nosso país, ampliando o acesso à cultura, principalmente para pessoas com deficiência intelectual, favorecendo assim sua inclusão.

Entre seus principais projetos estão “Resgatando Cultura”, “Pintou a Síndrome do Respeito”, “Programa de Inclusão no Mercado de Trabalho”, “Projeto Karatê e Taekwondo”.

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Pianista Arthur Mardem se apresentará no MuBE

Dando sequência à série musical realizada pelo MuBE – Museu Brasileiro da Escultura, o pianista Arthur Mardem mostrará seu trabalho no domingo, dia 29 de março, às 16 horas, com obras de Liszt.
 
O tradicional programa “Música no MuBE” é coordenado por Dulce Cupolo, e ocorre sempre aos domingos no Auditório Pedro Piva do museu. Confira abaixo o programa.

Programa:

 – Liszt –

– Années de Pèlerinage I
Suisse
Pastorale
Orage
Vallée D’obermann
 Egloque

– Années de Pèlerinage II – Italie
 Spozalizzio
 Il penseroso
 Soneto 104
Valsa Mephisto 1
Rapsodia n° 6

Sobre o artista
Arthur Marden iniciou seus estudos musicais aos sete anos de idade, com Alda de Matos, na Escola de Música de Brasília. Aos doze, estudou com Daniel Tarquínio e, dois anos depois, passou a lecionar com André Tribuzy.
 
Após uma série de estudos e concertos, Arthur buscou novos aprendizados na Europa, sob a orientação do professor Edson Elias, na École Normale de Musique de Paris, na França. 
 
Serviço:
“Música no MuBE” – Recital pianista Arthur Mardem 
Dia 29 de março (domingo), às 16 horas
Direção: Dulce Cupolo  
MuBE (Museu Brasileiro da Escultura) – Auditório Pedro Piva – 192 lugares
Rua Alemanha, 221, Jardim Europa
Informações: (11) 2594-2601
Abertura da bilheteria às 15 horas
Ingressos: R$ 20,00 (estudantes e terceira idade R$ 10,00)
Possui: acesso para pessoas com deficiência, serviço de manobristas e restaurante no local.

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O MuBe abre as portas para o Cinema

cinemube1A partir de março, cinéfilos, estudantes e produtores de cinema terão um novo espaço de cinema em São Paulo. O Museu Brasileiro da Escultura inaugura o espaço MuBE de Cinema, o Cine Clube MuBE-Aliança Francesa.

O Festival terá, num primeiro momento, uma mostra de 12 filmes documentários franceses (ver grade anexa), de renomados diretores como: Nicolas Philibert, Alain Resnais, Levy Kuentz entre outros. Este evento é fruto de uma parceria do MuBE, Aliança Francesa de São Paulo, Cinefrance e Cinemateca da Embaixada da França e tem como objetivo divulgar produções francesas de alta qualidade e antecipar as comemorações do Ano da França no Brasil.

“Neste ano em que a França estará em destaque no Brasil, o grande diferencial do MuBE é apresentar o universo das artes plásticas dentro do cinema francês, algo inédito para o público paulistano. Teremos a oportunidade de exibir grandes filmes abrindo um novo espaço para o público no MuBE”, explica a diretora cultural da Aliança Francesa, em São Paulo, Ligia Ferreira.

Serão duas semanas de Festival: de 17 a 22 e, de 24 a 29 de março, sempre aos sábados, às 20 horas, no auditório Pedro Piva, com entrada gratuita. Após este ciclo, todo o mês, o MuBE exibirá uma produção representativa do cinema francês, no mesmo dia e horário.

Relação dos Filmes

A cidade Louvre – La ville Louvre (França, 1990).
De Nicolas Philibert. PB. Duração 75’. Patrimônio.

A que se assemelha um museu quando não há público? Na época da reforma do Grande Louvre, o museu revelou bastidores a uma equipe de cinema: penduram-se os quadros, reorganisam-se as salas, os guardas provam seus novos trajes. Pouco a pouco os personagens se multiplicam, cruzam-se para costurar o fio da narrativa. A vida secreta e engraçada de um dos maiores museus do mundo.

As estátuas também morrem  – Les statues meurent aussi (França, 1953).
De Alain Resnais. PB. Duração 29’.

Um documentário sobre a arte negra torna-se um panfleto anti-colonialista e anti-racista. Neste potente poema, ritmado pelas formas das estátuas africanas e pelo texto de Chris Marker, expõe-se a opressão e a destruição de uma arte e de um povo por outro povo.

A Vitoria De Cezanne  – La Victoire De Cezanne (França, 2006).
De Jacques Deschamps. Cores. Duração 52’.

Admiradores de Cézanne e os comissários da exposição “Cézanne em Provence” decifram os mistérios que rodeiam o pintor. Como ele passou do status de “pintor maldito”, denegrido pela crítica, a mestre e pai da pintura moderna? Como foi criada a figura popular de artista singular, “monge contemplativo” retirado de sua montanha até encarnar-se nela?

Claude Monet, Pintor – Claude Monet, Peinture (França, 1997).
De Marie Sellier. Cores. Duração 25’. Animação, Pintura, Retratos.

Esse filme é um convite à descobrir o universo de Claude Monet, um dos mestres e fundadores do impressionismo. De sua infância em Havreux, últimos anos em Giverny, as caricaturas do adolescente às pinturas imensas das Ninfas, retrata os momentos fortes da vida do pintor. Sobretudo, MichaËl Gaumnitz nos ,faz penetrar no interior das telas, graças aos processos de animação gráfica, dando uma ressonância particular à luz incompreensível que Claude Monet tentou em toda sua vida capturar.

Chagall – À La Russie, Aux Ânes Et Aux Autres (França, 2003).
De Levy Kuentz. Cores. Duração 55’. História.

Este documentário rico e exuberante percorre a trajetória atípica de Marc Chagall: desde sua infância, no coração da Rússia tzarista, até sua chegada a Montparnasse, em 1910; de seu engajamento na revolução russa ao teto da Ópera de Paris; do seu exílio em Nova Iorque, aos últimos anos em Saint-Paul de Vence.

Buren et Le Guggenheim (França, 2005).
De Stan Neumann. PB. Duração 55’.

Em março de 2005 o Guggenheim de Nova Iorque dedicou uma exposição excepcional a Daniel Buren. Ao dar-lhe carta branca para reinterpretar, à sua maneira, o prédio do museu, a última obra mestra do arquiteto, Franck Lloyd Wright, Buren e o Guggenheim completaram uma história iniciada trinta e quatro anos antes.

Guernica (França, 1950).
De Alain Resnais. PB. Duração 13’.

O bombardeamento da cidade de Guernica pela aviação nazista, em favor de Franco, é evocado através do afresco de Picasso e de outras de suas obras.

Klossowski, Pintor-Exorcista – Klossowski, Peintre-Exorciste (França, 1987).
Documentário em Cores. Duração 25’.

Ficção em três episódios sugerindo o universo demoníaco do escritor e artista Pierre Klossowski.

Isto é Arte C’est de l’art (França, 1991).
Cores. Duração 73’.

O olhar singular, frequentemente intempestivo, de artistas contemporâneos a respeito de obras importantes da história da arte. O verdadeiro assunto do filme: o que ver?

Rastros, Pegadas de Mulher – Traces, Empreintes de Femmes (França/Bélgica/Burkina Faso/Senegal, 2003).
De Katy Léna Ndiaye. Documentário em PB. Duração 52’.

As pinturas murais das mulheres kassenas de Burkina Faso, perto da fronteira com Gana, são famosas pela beleza do traçado e pela harmonia de cor. Interessada no assunto, Katy Léna Ndiaye escolhe comparar tradição e modernidade, através do retrato de três anciãs e da “neta” que elas iniciam nas técnicas ancestrais. Ela realiza um filme com maestria estética, verdadeiro retrato de uma comunidade artística, por onde se discute a transmissão de ensinamentos, a educação e a memória numa África em mutação.

Yves Klein. A revolução Azul – Yves Klein, La Révolution Bleue (França, 2006).
De François Lévy-Kuentz. Cores. Duração 52’.

Composto por arquivos filmados, obras e imagens de ficção, este filme sobre Yves Klein, grande figura da arte moderna, é uma ficção documentada a apartir da cronologia do artista, esclarecendo o percurso artístico de um compõem sua obra. Um filme cujo narrador é o próprio artista , que conta a sua epópéia como um quebra-cabeça e que faz reviver o homem, o artista, a obra e a época.

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Grafiteiros se reúnem no Graffiti Fine Art no MuBE

d38A partir de 19 de março e até 26 de abril, o Museu Brasileiro da Escultura recebe o Graffiti Fine Art. O evento contará com três exposições e nove artistas, que irão apresentar ao público o melhor de sua urbana: em grafite.  A primeira de 19 a 29 de março traz obras dos artistas Binho Ribeiro, Does e Dalata. A segunda acontece de 2 a 12 de abril com Anjo, Graphis e o americano Cern. A última, de 16 a 26 de abril, mostra obras de Chivitz, Nove e Presto.

Binho Ribeiro, curador e também expositor, explica que a idéia do evento é mostrar as obras sendo feitas exatamente como acontecem nas ruas, independente do fato de estarem dentro de um museu. “É uma oportunidade – explica ele – de dar mais visibilidade à arte de rua. É uma conquista, poder realizar eventos como este, pois a cada dia o grafite vem sendo mais reconhecido como uma arte de verdade e ganhando respeito“.

Os artistas farão um painel coletivo em que o trabalho de cada um se integrará formando um painel, no Espaço Burle Marx, e o público poderá ver a técnica e o talento nas obras desses artistas renomados do grafite que mostrarão seus conceitos, idéias e a expressão da sociedade nessa cultura tão rica e independente. Toda estrutura do evento irá consumir 500 latas de spray para grafite, 3 latas de 18 litros de látex, rolos, pigmentos e acessórios.

O objetivo dessa programação é disseminar essa expressiva forma de arte urbana, promover a discussão sobre o espaço da arte contemporânea e mostrar que com muita originalidade, os artistas podem se comunicar com imagens e caligrafias, motivados pelo protesto ou, simplesmente, pela vontade de ocupar espaços e muros.

Sobre o Graffiti
O termo “grafite” vem do verbo italiano “graffiare” (arranhar) e indica uma técnica de incisão em um muro que traz à tona o fundo escuro por trás da argamassa branca. Inicialmente, foi usado para denominar as inscrições gravadas nas cavernas pré-históricas, durante muito tempo foi visto como sinônimo de vandalismo, transgressão, clandestinidade e desafio. Essa cultura surgiu nos guetos de Nova Iorque, mas só na década de 70, o termo começou a ser utilizado com o significado que possui hoje, de intervenção artística urbana feita em muros e paredes com tinta e spray.

No Brasil, teve início por volta dos anos 80 e vem conquistando admiradores em diversos seguimentos sociais. Por conta de políticas públicas em grandes metrópoles como São Paulo e Rio de Janeiro, foram abertos espaços para essa arte. Avenidas como: Paulista e 23 de Maio tiveram muros grafitados e receberam ampla aprovação da população. O impacto visual exerceu em zonas mais deterioradas uma função revitalizadora e deu identidade a alguns logradouros das cidades. Essa atividade considerada underground é fruto de planejamento coletivo, força expressiva e harmoniosa resulta na coesão de imagens.

Serviço: Graffiti Fine Art – De 19 de março e até 26 de abril de 2009 – MuBE – Museu Brasileiro da Escultura – Sala Burle Marx –  1ª Exposição: de 19 a 29 de março – Binho Ribeiro, Does e Dalata / 2ª Exposição: de 2 a 12 de abril – Anjo, Graphis e o americano Cern / 3ª Exposição: de 16 a 26 de abril – Chivitz, Nove e Presto – De terça a domingo, das 10 às 19 horas – Avenida Europa, 218 – Jardim Europa – São Paulo – Informações: 11 2594-2601 – Entrada Gratuita

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Recital do MuBE terá apresentação de um trio

 
trio-arsis1No domingo, dia 8 de março, o MuBE – Museu Brasileiro da Escultura terá uma atração em dose tripla, para tornar ainda melhor a apresentação do recital que é realizado no Auditório Pedro Piva. O “Arsis Piano Trio” interpretará, a partir das 16 horas, peças de Beethoven, Schumann e Piazzolla.  
 
Formado pela pianista Liliane Kans, violoncelista Angelique Camargo e pelo violinista Fabio Chamma, o trio é fruto das afinidades de seus integrantes pelo cuidado na preparação das obras e da preocupação na execução dos variados estilos e períodos musicais. Inicialmente, o núcleo desse trio foi o duo de violino e piano, que já conta com 15 anos desde sua formação. 

Da necessidade de expandir seus horizontes musicais, juntou-se ao duo a violoncelista Angelique Camargo, até então, colega em grupos orquestrais. Desde então, ocorreu uma identificação salutar das idéias e concepções musicais, tornando possível a fundação de um grupo sólido. 
 
 
Programa: 

Bethoven – Trio Op. 11
Schumann – Trio op.17
Piazzolla – As Quatro Estações – Verão
 
 Sobre os artistas

Liliane Basravi Kans (piano) – Natural de São Paulo, teve como principais professores Ilza Antunes, Daisy de Luca e Beatriz Balzi, com quem concluiu seu bacharelado pelo Instituto de Artes da UNESP em 1996.
 
Seguiu seus estudos na Bélgica, aperfeiçoando-se com Dalia Ouziel e Eliane Rodrigues. Liliane foi solista em várias orquestras, tais como a Orquestra de Cordas Jovens Musicistas em São Paulo, Orquestra Sinfônica de Rio Claro, Orquestra Filarmônica de Rio Claro, Orquestra de Câmara de Piracicaba e a Orquestra Petrobrás Pró Música. Participou de festivais de música em São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba, e foi vencedora de inúmeros concursos de âmbito nacional, entre eles: II Concurso para Jovens Solistas da Orquestra Petrobrás Pró Música, Prêmio Armando Prazeres (RJ), I Concurso de Piano Magda Tagliaferro e I Concurso de Interpretação de Música Brasileira (SP)
 
Fábio Giaretta Chamma (violino) – Iniciou seus estudos musicais na Escola de Música da Orquestra Sinfônica de Rio Claro. Estudou com Serafim Batarce, Celisa Frias e Elisa Fukuda. Em 1996, graduou-se no IA-UNESP sob a orientação de Ayrton Pinto. No mesmo ano, integrou a classe de especialização do violinista Jerrold Rubenstein, no Conservatório Real de Antuérpia, na Bélgica.

Fábio foi solista em diversas orquestras sinfônicas e conjuntos de câmara. Participou de festivais como o de Inverno, em Campos do Jordão, Oficinas de Música de Curitiba, Festival de Artes de Itu e da Orquestra Barroca do Festival de Juiz de Fora. Realizou master classes com Paulo Bosísio, Luís Otávio Santos, Cláudio Mahle e Jean Jacques Kantorow.
 
Angelique Camargo (violoncelo) – Iniciou seus estudos de violoncelo em 1987, com Ricardo Fukuda, na Escola Municipal de Música de São Paulo. Angelique é bacharel pela ECA-USP, aperfeiçoou-se com Antônio Lauro del Claro na condição de bolsista da Fundação VITAE e, posteriormente, com Roman Mekinulov.    
 
Ela participou de Master Classes com violoncelistas renomados como, por exemplo, Antônio Meneses e Yo Yo Ma. Foi integrante da Camerata Fukuda, das orquestras Experimental de Repertório, Sinfônica de Santo André, Sinfônica Municipal de Santos e Jazz Sinfônica do Estado de São Paulo. Atualmente, Angelique integra a Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo e o duo “Bico de Pena”, com o flautista Renato Camargo.
 
Serviço:
“Música no MuBE” – Apresentação “Arsis Piano Trio”    
Dia 8 de março (domingo), às 16 horas
Direção: Dulce Cupolo  
MuBE (Museu Brasileiro da Escultura) – Auditório Pedro Piva – 192 lugares
Rua Alemanha, 221, Jardim Europa
Informações: (11) 2594-2601
Abertura da bilheteria às 15 horas
Ingressos: R$ 20,00 (estudantes e terceira idade R$ 10,00)
Possui: acesso para pessoas com deficiência, serviço de manobristas e restaurante no local.

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