A Medicina Integrativa é a prática terapêutica que aborda de forma integral e completa o processo de cura e prevenção do paciente, envolvendo sua mente, corpo e espírito. Ela pode ou não ser utilizada com a Medicina Convencional, mas sempre utilizando práticas propedêuticas ou terapêuticas integrativas, que não fazem parte da medicina convencional, para atuarem e interagirem juntas, em sinergia, buscando resultados positivos e benéficos para o paciente. Por práticas propedêuticas ou terapêuticas integrativas, entendem-se tratamentos somatológicos ou físicos, o hatha yóga tradicional, nutricionais, movimentos e exercícios, psicologia e a terapias tradicionais tais como acupuntura, fitoterápica, fonoaudiologia, nutrição, terapias de redução de estresse e intervenções mente-corpo, como massagens, entre outros.
Atualmente centros de estudos, institutos e universidades européias, americanas, canadenses, indianas, chinesas e africanas possuem cursos e centros de pesquisas sobre medicina integrativa. Muitas pesquisas são publicadas sobre o assunto em revistas acadêmicas internacionais ou não, como a Nature, centros de pesquisas, institutos, universidades, faculdades, escolas e hospitais têm um departamento de medicinas complementares que acolhe os pacientes.
Nos Estados Unidos, fazem parte do Consortium of Academic Health Centers for Integrative Medicine: Albert Einstein College of Medicine of Yeshiva University, Columbia University, Duke University, Georgetown University, George Washington University, Harvard Medical School, Johns Hopkins University, Mayo Clinic, McMaster University, Oregon Health and Science University, Stanford University, Thomas Jefferson University, Yale University, University of Arizona, University of California, Los Angeles, University of California, San Francisco, University of Connecticut, University of Michigan, University of Washington entre outros.
Também há centros de excelência sobre a Medicina Integrativa, em todos os outros países citados.